Por Vitalina de Assis.
Hoje pensei em ausentar-me, tornar-me parte do oxigênio que me rodeia.
Nem sequer temos consciência do ar que respiramos, está tão disponível, tão corriqueiro, tão essencial e abundante, excessivamente abundante, até que falte a força em nossos pulmões e só aí compreenderemos seu real valor, sua presença vital em nossos.
Somos assim, enquanto pessoas? Quando é que somos verdadeiramente essenciais e indispensáveis? E para quem?
Estas perguntas ecoam em meu ser em busca de respostas. Há dias em que somos pleno questionamento, sem contudo, sermos plena certeza.

Quando eu fico desse jeito sei
ResponderExcluirque é falta ou é excesso, senão
nada igual a isso acontecia.
(risos).
Beijos e beijos.
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Oi Silvioafonso, bom te ver por aqui.
ExcluirHá dias e dias. Acho que sentir-se assim, meio incenso a se desfazer em tênue aroma, nos remete a uma busca em nosso âmago. Se nos ignoram aqui, mergulhar em si, é encontrar-se entre pares de nós mesmos. E como este encontro faz bem.
Ora seja muito bem bem regressada!!
ResponderExcluirBfds
Me descreveu inteira!
ResponderExcluirHá dias em que as dúvidas e perguntas tomam conta de mim e as respostas cada vez mais longe... Ausência as vezes é necessário pra nos encontrar.
Um dia lindo pra ti, Vita
Meu carinho ;*
Hellen querida, você disse tudo, "ausência às vezes é necessário para nos encontrar" e as tais respostas.
ExcluirBeijos.
Voltei para saber se tudo
ResponderExcluirmelhorava ou continuava
bom, como estava.
Beijos.
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Adorei estar aqui , tudo lindo e encantador...
ResponderExcluirEspero sua visita em meu blog também.
Beijos
Ani
https://cristalssp.blogspot.com.br
Seja bem regressada!
ResponderExcluirBfds
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